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Pensar a Prática
 
 

Educação sexual: dúvidas e perspectivas nas práticas escolares de educação física

Como citar este trabalho:
LIMA, Francis Madlener de. Educação sexual: dúvidas e perspectivas nas práticas escolares de educação física. In: ENCONTRO NACIONAL DE DIDÁTICA E PRÁTICA DE ENSINO, 12., 2004, Curitiba. Conhecimento local e conhecimento universal. Anais... Curitiba: Pontificia Universidade Catolica do Paraná, 2004.
> Resumo  
O presente trabalho tem como objetivo levantar questões referentes à Educação Sexual, relacionadas com a formação dos educadores e educadoras, bem como as possíveis práticas pedagógicas que podem ser aplicadas no espaço escolar. Primeiramente é traçado um quadro geral da formação de educadoras/es, com ênfase naqueles Licenciados/das em Educação Física, e qual o papel que a discussão acerca da sexualidade ocupa dentro dos currículos. Estariam os educadores/as aptos a trabalhar com o tema sexualidade, sendo este ainda um tabu para muitas pessoas? Através da revisão de literatura foram buscadas as definições de sexualidade, gênero e educação sexual, sendo estes conceitos fundamentais para o contexto escolar. Outro fator relevante para a Educação Sexual é a visão tradicional que a escola tem dela, sendo este um fator que deve ser superado a fim de possibilitar uma real educação, superação esta que deve ser atingida através de educadoras/es intervindo na instituição escolar. Finalmente são apontadas algumas estratégias para a realização da discussão acerca de sexualidade, através de atividades lúdicas como brincadeiras, criação de desenhos e textos e utilização de músicas e poemas. Cabe ao educador/a e à escola, compreender a necessidade de discutir a sexualidade, como tema inerente a todo ser humano, que vem sendo cada vez mais explorado pela mídia e que não pode ser escondido no espaço escolar. A definição da sexualidade como um Tema Transversal dentro dos Parâmetros Curriculares Nacionais pode servir de incentivo para a discussão do tema, mas não será possível avançar caso as/os educadoras/res não estejam aptos a trabalhar com a sexualidade de forma plena e sem preconceitos.
 

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